Notícia: Governo Doria pede dados de celulares de servidores para apurar suposta fake news

O governo João Doria (PSDB) solicitou informações contidas em celulares de funcionários da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo sob a justificativa de embasar investigações sobre a origem de mensagens apócrifas que circulam no WhatsApp.

A intenção do governo é saber quem produziu e distribuiu vídeos que falam em atos não comprovados de corrupção na pasta, que é comandada pelo ex-ministro Henrique Meirelles.

O pedido para obtenção de dados e produção de relatórios sobre o recebimento dessas supostas fake news provocou reação de funcionários, que falam em caça às bruxas e constrangimento. A pasta estadual afirma que a colaboração é voluntária e que ninguém está obrigado a disponibilizar as informações solicitadas pelos chefes.

Os vídeos que chegaram aos servidores apontam suspeita de práticas ilícitas, sem comprovação, de integrantes da cúpula do setor de fiscalização.

O material tem circulado entre os funcionários desde 25 de novembro e foi enviado aos celulares muitas vezes por meio de um número com código de área dos Estados Unidos.

O pedido dos dados contidos nos aparelhos foi feito por meio de ofício assinado no último dia 12 pelo coordenador administrativo da secretaria, Gustavo de Magalhães Gaudie Ley. O comunicado foi enviado aos delegados regionais tributários, superiores hierárquicos diretos dos fiscais de rendas, e obtido pela Folha.

O documento gerou reação de fiscais, que apontam constrangimento para quem se recusar a fornecer informações de seus celulares aos chefes.

O coordenador Ley pede aos delegados que verifiquem em suas unidades “as pessoas que receberam vídeos contendo as referidas notícias falsas, que tenham sido enviadas partir de número de origem desconhecida”.

Ele solicita que os delegados elaborem “planilha contendo o número de origem, a data/hora do recebimento e o nome da pessoa que recebeu” e depois encaminhem o material a ele. O prazo para a confecção e envio dessas planilhas se encerrou na segunda (16).

Segundo Ley, as informações também serão repassadas à polícia. Ele diz que sua coordenadoria já registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Fraudes Patrimoniais Praticadas por Meios Eletrônicos e pediu apuração da Corregedoria de Fiscalização Tributária.

“Esta coordenadoria vem adotando todas as providências cabíveis com vistas a apurar a origem e autoria dos vídeos que vêm sendo divulgados em redes sociais (…) contendo notícias falsas contra autoridades fiscais que exercem funções de comando nesta secretaria, acusando-as de condutas que caracterizariam crimes, no entanto sem apresentar qualquer embasamento, visto que inexistente”, diz o coordenador no ofício.No estado, existem 18 Delegacias Regionais Tributárias e 41 postos fiscais.

Após o ofício de Ley, o Sinafresp (Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo) divulgou um comunicado interno aos seus filiados para alertá-los que “eles não estão obrigados a exibir o conteúdo dos seus celulares e, especialmente, as comunicações neles mantidas, a quem quer que seja, se não por ordem judicial”.

“Havendo o desejo de colaborar com a apuração nessa fase inicial, recomendamos que os filiados restrinjam as informações aos números de celular que enviaram os vídeos originalmente, não havendo necessidade de fornecer números de colegas que tenham se limitado a encaminhar a mensagem.”

Procurado, o sindicato informou que “defende irrestritamente qualquer tipo de apuração” e que “até o momento não foi acionado por qualquer ato coercitivo relacionado ao memorando”.

Atingida por denúncias de corrupção ao menos desde 2015, a Secretaria da Fazenda de São Paulo passou neste ano por uma crise interna após a prisão do ex-corregedor Marcus Vinícius Vannucchi sob suspeita de cobrar propina para engavetar investigações sobre funcionários. Vannucchi sempre negou ter cometido irregularidades.

Em junho, a Folha revelou que a pasta tem processado servidores que informaram a autoridades como o Ministério Público sobre suspeitas de corrupção na pasta.

Especialistas em direito do trabalho consultados pela reportagem afirmam que o comunicado do último dia 12 pode até motivar uma ação por danos morais, caso fique comprovado que houve constrangimento.

“Quando há uma relação hierárquica, na qual um superior pede algo porque ele também recebeu o pedido de uma ordem maior, há constrangimento mesmo que não venha com uma aura de obrigação”, afirma Sarah Hakim, presidente a AATSP (Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo).

“Se você negar [o pedido], se deduz que você teria recebido a informação ou se envolvido com ela de alguma forma.”

A chefia pode solicitar essas informações, no entanto, caso os celulares tenham sido fornecidos pelo empregador para uso no trabalho. Agentes fiscais de rendas não usam, atualmente, celulares do governo, apenas pessoais.

“No caso do celular pessoal, o funcionário não é obrigado a fornecer essa informação e se ele se sentir constrangido, pode pedir indenização por danos morais. Mas teria que provar que esteve em situação tida como vexatória”, diz o advogado trabalhista André Villac Polinesio.

Procurada, a Secretaria da Fazenda disse por meio de nota que o memorando distribuído aos delegados tributários “tem o único e exclusivo propósito de incentivar a colaboração voluntária dos servidores que estejam dispostos a colaborar com as autoridades policiais que investigam o caso”.

“As informações obtidas por meio da colaboração voluntária dos servidores serão encaminhadas para a Corregedoria da Secretaria da Fazenda e Planejamento, que abriu procedimento, a pedido da Coordenadoria de Administração Tributária, para apurar o teor e a circulação de vídeos com denúncias de supostas irregularidades”, diz a pasta, acrescentando que o memorando “se trata de instrumento de comunicação interna restrito aos agentes fiscais de rendas”.

“A coordenadoria também pediu que a Polícia Civil conduzisse investigações no sentido de identificar a origem das mensagens. A identificação e a elucidação das ‘fake news’ é essencial para combater a intimidação ao legítimo e necessário exercício das atividades fiscais.”

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Notícia: Espaço Agenor Barreto Parente, da AATSP e AASP, já está em efetivo funcionamento

O Espaço Agenor Barreto Parente, da AATSP e AASP, já está em efetivo funcionamento no Tribunal Regional do Trabalho à rua da Consolação, 1272, 5o. andar, das 12 às 18 horas, para plena assistência às Advogadas e Advogados que atuam ou pretendem atuar em 2a. instância e aos que têm audiências no Cejusc. Lá estão disponíveis computadores com duas telas, acesso à internet, digitalização, serviço de xerox, obtenção de assinatura digital, lockers de diversos tamanhos, serviços de inscrição em cursos e palestras e banheiro privativo. Após o recesso forense haverá a reinauguração comemorativa deste importante espaço da Advocacia, quando serão apresentados novos serviços.
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Notícia: TRT DA 2ª REGIÃO INAUGURA ESPAÇO DA ADVOCACIA TRABALHISTA EM SEU ED. SEDE

Em mais um ato de aproximação entre a advocacia e a Justiça do Trabalho de São Paulo, foi inaugurado, na sexta-feira (13), um novo espaço, no 5º andar do Ed. Sede do TRT da 2ª Região, em São Paulo-SP: o Espaço da Advocacia Trabalhista – Sala Agenor Barreto Parente. O local foi destinado para a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) e para a Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP), que o utilizarão como ponto de apoio e de serviços para advogados (na imagem abaixo, desenlace da fita inaugural; confira, ao final, a reportagem em vídeo sobre a inauguração).

A cerimônia de inauguração contou com a presença de representantes do Corpo Diretivo do TRT-2; de magistrados e servidores da instituição; da vice-presidente administrativa do TRT-15, Ana Amarylis Vivacqua de Oliveira Gulla, e do desembargador Francisco Giordani, do mesmo TRT de Campinas; do presidente da Amatra-2, juiz Farley Ferreira; de membros da comunidade jurídica como o advogado trabalhista Luís Carlos Moro e de representantes da AASP, da AATSP, da Abrat (Magnus Farkat), da OAB-SP (Jorge Pinheiro Castelo); de membros de entidades sindicais; além da esposa (Ida) e dos filhos (Nelson e Artur) do advogado trabalhista homenageado, Agenor Barreto Parente, um dos fundadores da AATSP, falecido em abril deste ano na capital.

“Um evento dessa natureza faz cumprir a promessa que esta administração assumiu de estarmos lado a lado, caminhando sempre pelo mesmo ideal, que é o ideal da justiça”, afirmou, em seu discurso, a presidente do TRT da 2ª Região, desembargadora Rilma Aparecida Hemetério. “É uma grande honra termos essa sala que recebe o nome do grande jurista, pessoa de valor incalculável, que é o doutor Agenor Parente”, destacou.

A vice-presidente administrativa do TRT-2, desembargadora Jucirema Maria Godinho Gonçalves, saudou os presentes e afirmou que o Tribunal chega a um sonho, de reunir toda a advocacia com a área trabalhista. “Ficamos muito felizes e muito satisfeitos com essa participação conjunta, inovadora entre os tribunais. Aos advogados, sintam-se à vontade, vocês estão em casa”, disse.

Representando a AASP, a conselheira Elaine Beltran agradeceu à administração do TRT-2 pela destinação da sala e ressaltou a importância do diálogo entre o Tribunal e a advocacia. “A inauguração desse espaço glorifica toda a comunidade jus-laboralista, homenageia essa Justiça Especializada e reconhece a importantíssima contribuição do doutor Agenor Barreto Parente”, resumiu.

A presidente da AATSP, Sarah Hakim, afirmou que “a Justiça do Trabalho é um sistema em que advogados, magistrados, servidores e procuradores são interdependentes, cabendo a nós a simbiose de enfraquecimento ou de fortalecimento da classe, da cidadania, da Justiça do Trabalho e da justiça social”. E destacou a importância do acolhimento que esse novo espaço proporcionará aos advogados na casa da Justiça.

Fez-se, então, o desenlace da fita de inauguração do espaço e, em seguida, todos foram convidados a conhecer a sala, onde foi oferecido um bufê (nas fotos abaixo, as desembargadoras Rilma e Jucirema, e as advogadas Elaine e Sarah).

Usos para advogados

Segundo a AASP, o novo espaço da advocacia no Ed. Sede do TRT-2 poderá ser utilizado como área de convivência entre os advogados, para uso de computadores para digitalização, elaboração de petições e utilização do PJe, para breves reuniões entre advogados e seus clientes (mediante reserva prévia) e para emissão de certificado digital.

Os usos previstos pela AATSP incluem também a emissão de certificado digital, suporte de perito contador para auxílio quanto aos cálculos estimados pelos advogados nas petições iniciais, local de abrigo durante as sustentações orais, espaço para leitura de obras jurídicas e acesso a conteúdo multimídia de cursos disponibilizados pela associação, entre outros.

Vale lembrar que o Ed. Sede do TRT-2 abriga mais um espaço dessa natureza, a Sala dos Advogados Dr. José Granadeiro Guimarães, em homenagem a outro advogado trabalhista notório, falecido em 2008. O local é disponibilizado para a OAB-SP e encontra-se no 7º andar. O Ed. Sede do TRT da 2ª Região fica na Rua da Consolação, 1272, em São Paulo-SP.

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Notícia: Convenção do Assédio é salto histórico, diz presidenta de Associação Trabalhista

Convenção do Assédio é salto histórico, diz presidenta de Associação Trabalhista

• 26/6/2019 – quarta-feira
 

O combate ao assédio moral, sexual e a outras formas de violência no trabalho dá um salto histórico com a recente decisão da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de promulgar a Convenção 190, voltada para esse tema.

A avaliação é dra. Sarah Hakim, que preside a Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo e foi feita durante o programa Repórter Sindical na Web, nesta quarta, dia 26.

 

Dra. Sarah Hakim é entrevistada pelo jornalista João Franzin 

A advogada afirma: “A Convenção é de extrema oportunidade. Portanto, devemos atuar com firmeza para que o Brasil a ratifique, garantido efetividade e segurança jurídica. A sociedade precisa ser mobilizada também nesse sentido”. Na OIT, as Convenções sempre são definidas de forma tripartite, ou seja, trabalho, capital e governos dos países-membros.

Documentar 
– “Nem sempre é fácil tipificar o assédio, ainda que praticado de forma reiterada. Orientamos que a vítima procure juntar documentos e formar provas”, diz a dra. Sarah Hakim. Ela observa que, em razão do desemprego em massa, muitas vezes a pessoa suporta constrangimentos, mas orienta que sempre se busque orientação e apoio, no Sindicato de classe ou junto a um advogado de confiança.

Extensão – A advogada elogia a abrangência da Convenção, que não se limita ao espaço físico do trabalho. “Hoje, há formas móveis de trabalho e essa pessoa não está imune a assédios”, alerta. 

Assista abaixo programa na íntegra. 

 

Fonte: http://www.agenciasindical.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=10628&friurl=_-Convencao-do-Assedio-e-salto-historico-diz-presidenta-de-Associacao-Trabalhista-_ | Visitado em: 27.06.2019

Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo – Incansável na luta pelos Advogados e Sempre Vigilante na Defesa dos Advogados Trabalhistas de São Paulo.

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Notícia: TRT-2: AÇÕES CONJUNTAS E CRIATIVAS MARCAM EVENTO DO DIA DO MEIO AMBIENTE

Ampliar a conscientização e incentivar a adoção de práticas sustentáveis no âmbito do Sistema de Justiça. Com esse objetivo, o TRT da 2ª Região promoveu, no último dia 6, o Evento do Dia Mundial do Meio Ambiente, no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, em São Paulo-SP. Realizada pela Escola Judicial do TRT-2 (Ejud-2), em parceria com a Escola Judicial da AGU-SP, a ocasião reuniu diversas autoridades federais, referências do tema sustentabilidade, bem como um público externo bastante expressivo, dentre os quais: TRT-15, TJ Militar, TRF-3, AGU-SP e Ministério da Saúde.

A mesa de abertura (foto acima) foi composta pela vice-presidente administrativa do TRT-2, desembargadora Jucirema Maria Godinho Gonçalves, representando a presidente do Regional, desembargadora Rilma Aparecida Hemetério; desembargadora Regina Duarte, presidente da Comissão Permanente de Gestão Socioambiental; juiz Rui César Públio Borges Corrêa, representando o diretor da Escola Judicial, desembargador Sergio Pinto Martins; e pela advogada Sarah Hakim, presidente da AATSP (Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo). O evento contou também com a participação do coordenador-geral da Consultoria Jurídica da União no Estado de São Paulo, Jorge César Silveira Baldassare Gonçalves, representando a AGU-SP.

A desembargadora Jucirema enfatizou que “a sociedade brasileira precisa estar atenta às questões socioambientais, pois dependemos muito das nossas ações para as futuras gerações. Se não agirmos agora, o futuro estará comprometido”. A desembargadora Regina lembrou que o Regional conseguiu economizar cerca de 300 mil reais durante 6 meses do ano passado, apenas adotando medidas sustentáveis. “Trata-se de uma economia bastante substancial que deve também ser levada aos familiares dos servidores”.

Durante sua palestra (foto ao lado), a procuradora da AGU Teresa Villac Pinheiro discutiu os desafios da sustentabilidade e “a responsabilidade do Estado, dos entes públicos e a nossa responsabilidade, enquanto servidores públicos e cidadãos”, nessa seara. A procuradora constatou que a legislação já possibilita a inserção da sustentabilidade nas contratações, o mercado fornecedor está se adaptando e o meio ambiente exige a preservação. Nesse ínterim, educação e ética ambiental são fundamentais, apesar de as “resistências culturais serem grandes”.

A segunda palestra do evento foi ministrada pela coordenadora do Poder Executivo da Rede Sustenta Paraná, Gisele Duarte Doetzer, que ressaltou a importância do trabalho em rede (foto ao lado). Ela contou a experiência do Fórum Governamental de Responsabilidade Social – Núcleo Paranaense, em vigência desde o início de 2016, apontando como é essencial o envolvimento dos órgãos públicos no fomento da demanda para tornar os produtos sustentáveis competitivos na sociedade. Segundo ela: “os custos gerados com os prejuízos decorrentes da falta dessa atitude somos nós mesmo quem pagamos”. E concluiu afirmando que “nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”.

Jogo sustentável

Durante o evento, foi lançada a 2ª edição do jogo TRT-2 Sustentável, iniciativa que em 2018 buscou incentivar magistrados e servidores a mudarem hábitos de consumo, e que obteve resultados expressivos (foto abaixo).
 


 

A servidora do TRT-2 Fernanda Machado Martins, chefe da Seção de Gestão Socioambiental, apresentou a iniciativa e expôs seu funcionamento, que consiste em uma competição saudável entre as unidades e fóruns da 2ª Região. Neste ano, além da redução do consumo de água, luz e papel, o “game” vai incentivar a redução da produção de resíduos recicláveis e não recicláveis.

Dessa vez, qualquer servidor interessado em atuar diretamente no jogo pode se inscrever, de 7 a 14 de junho. A competição ficará em funcionamento de julho a novembro deste ano. Ao final da disputa, 9 bicicletas serão entregues aos ganhadores, além de outros prêmios. As bicicletas serão doadas pelo SICOOB Credijustra, apoiador do evento.

Rede Colaborativa de Sustentabilidade do Estado de São Paulo

Ao final do evento, uma parte dos participantes se reuniu para discutir e propor soluções sustentáveis. Esse foi o segundo encontro do grupo, que já havia se reunido anteriormente no laboratório de inovação da JF-SP para realizar um brainstorming com a temática, “sem cerceamento de ideias”. Agora, num segundo momento, Gisele Molinari Fessore, diretora da Ucin (Subsecretaria de Comunicação, Conhecimento e Inovação), da Justiça Federal de São Paulo, dividiu os presentes em três mesas, buscando um movimento de convergência das ideias, além de um plano de ação para desenvolver propostas (Design Thinking). “A ideia é multiplicar recursos, através da colaboração. Assim, é possível multiplicar possibilidades de atuação”. Para as participantes, como Andreia Andreia Monchione, que atua no EaD da JF-SP, pensar junto essa questão, trocando experiência com colegas de outros órgãos, facilita e agiliza o processo. A intenção é fazer um trabalho colaborativo, unindo esforços a favor do meio ambiente.

Texto: Larissa Martins de Queiroz; Fotos: Allan Lustosa – Secom/TRT-2

Fonte: https://ww2.trtsp.jus.br/servicos/informacoes/noticias/noticia/news/trt-2-acoes-conjuntas-e-criativas-marcam-evento-do-dia-do-meio-ambiente/?tx_news_pi1%5Bcontroller%5D=News&tx_news_pi1%5Baction%5D=detail&cHash=7baca473bb23fec158c33ff5f9926dfa | Visitado em: 12/06/2019

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Notícia: Modelo de Post

JURISTA GILDA FIGUEIREDO FERRAZ RECEBE HOMENAGEM DO PRESIDENTE DA FRANÇA

Da redação (Justiça Em Foco), com Mário Benisti Foto: Arquivo Pessoal. – sexta, 24 de maio de 2019

 

O governo da França concedeu à jurista Gilda Figueiredo Ferraz a comenda “Chevalier dans I’Ordre de la Légion d’Honneur”, em cerimônia realizada pelo consulado da França no último dia 15 na Aliança Francesa de São Paulo. A honraria é uma homenagem concedida a poucas personalidades que atuam na promoção da cultura francesa.
 
Conselheira da Associação de Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP) durante três biênios, Gilda Figueiredo Ferraz também faz parte do Conselho da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e atual vice-presidente da Aliança Francesa de São Paulo. O presidente da França, Emmanuel Macrón, reconheceu os serviços prestados pela jurista ao governo, através da Aliança Francesa. A comenda é a de maior honraria do governo francês, destinada a quem trabalha enaltecendo a França no cenário mundial.

A jurista, uma das mais influentes na esfera trabalhista de São Paulo, destacou que também foi homenageada pela sua atuação profissional. “Como se trata de uma honraria máxima e para poucos, eu como Advogada e militante na área trabalhista fui homenageada também como profissional. E a AATSP por sua vez foi homenageada, porque eu tenho a honra de integrar seu conselho há três gestões”, avaliou Gilda Figueiredo Ferraz. 

A presidente da AATSP, Sarah Hakim, enfatizou que a homenagem prestada a jurista é de enorme valor à advocacia trabalhista. “A comunidade jurídica trabalhista se sentiu prestigiada, pois Gilda Figueiredo Ferraz tem atuação ativa e história de todo valorosa na Advocacia. A homenagem foi de grande merecimento, refletindo em todos nós.”, pontuou Hakim. 

Traços familiares

Com criação dentro do ambiente jurídico, a família de Gilda Figueiredo Ferraz está há mais de quatro gerações de consolidação no mundo do Direito e na Educação brasileira. Sua tia, Esther de Figueiredo Ferraz, foi a primeira mulher a ser ministra de Estado no Brasil, ocupando a pasta da Educação durante o governo de João Figueiredo e a primeira docente mulher na Universidade de São Paulo.
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